MEIO AMBIENTE " MEU AMBIENTE "  *A E C O M A C C*  Associação Ecológica de Mauá e Cidades  Circunvizinhas. 
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Momento O Eco ( Cristiane Prizibisczki)
 

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Rodoanel Leste vai desviar de Gruta e CBC
André Vieira
Do Diário do Grande ABC

O traçado do Trecho Leste do Rodoanel sofreu alterações para diminuir o impacto da obra sobre dois pontos no Grande ABC: o Parque da Gruta Santa Luzia, em Mauá, e a fábrica da CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos), em Ribeirão Pires.
A proposta está presente nos estudos que foram apreciados e aprovados em março pelo Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente) - licença que garantiu a abertura da licitação.
Em terreno que conserva a nascente do Rio Tamanduateí, a Gruta Santa Luzia seria inicialmente atravessada por meio de um túnel.
O parque tem aproximadamente 450 mil metros quadrados e está em área de preservação ambiental.
Por conta, sobretudo, da interferência de ambientalistas e da sociedade civil, o trajeto atual descartou o túnel, e prevê agora um desvio.
Segundo o secretário de Meio Ambiente de Mauá, José Afonso Pereira, o novo traçado está distante cerca de 370 metros da área da gruta, já no território de Ribeirão Pires.
"Esse é um patrimônio de toda a região. A obra, como estava, poderia provocar abalo das rochas e o reposicionamento das nascentes", afirmou o secretário.
Há cerca de três anos, o biólogo Alexsandro Araújo Severo participou de projeto que catalogou os animais que habitam a região.
"Parte da fauna e flora já está danificada, mas, ainda assim, a área conserva espécies restritas de Mata Atlântica", explicou o biólogo.
Foram encontrados, entre outros bichos, espécimes de gambá, rato-do-mato, ouriço e tucano-de-bico-verde.
"A estrada afetaria de maneira danosa a vida animal, pois aumentaria o contato com os seres humanos, provocando doenças e facilitando a caça", ponderou.
Uma forma de remediar o impacto das construções é a ampliação do território do parque. Para tal, três áreas foram localizadas e podem viabilizar a ideia.
A estrutura viária que para a Gruta Santa Luzia era problema, para a fábrica de armamentos se apresenta como solução. Um túnel será construído para afastar o Rodoanel das instalações da CBC, evitando assim proximidade com área de manipulação de pólvora da empresa.

TRECHO LESTE
A porção Leste do Rodoanel será construída pelo grupo que vencer a licitação para exploração do pedágio no Trecho Sul. O custo total estimado é de R$ 5 bilhões.
A abertura dos envelopes com as propostas das empresas interessadas em obter a concessão está prevista para 4 de novembro.
O Trecho Leste terá 43,5 quilômetros de extensão e vai conectar o tramo Sul, desde sua ligação com a Avenida Papa João XXIII, em Mauá, com a Rodovia Presidente Dutra.
Além do Grande ABC, as pistas atravessarão os municípios de Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá.
Responsável pelo Rodoanel, a Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) foi procurada pelo Diário, mas não respondeu até o fechamento desta edição.
Água da nascente está contaminada
As águas da nascente do Rio Tamanduateí, no Parque da Gruta Santa Luzia, em Mauá, são impróprias para consumo humano.
A conclusão é de estudo realizado pelo Centro Universitário Fundação Santo André, que começou no segundo semestre de 2007 e terminou no ano seguinte.
Em trecho distante cerca de 300 metros da gruta, os pesquisadores localizaram na água a presença de micro-organismos que são encontrados em fezes humanas.
Por conta da contaminação por esgoto doméstico, a água da nascente é imprópria para beber, mas pode ser utilizada sem prejuízo em outros processos.
Entre outros problemas para saúde, os micróbios podem causar infecções e diarreias.
Para realizar o estudo, foram coletadas amostras de água do Tamanduateí em seis pontos, ao longo de 12 quilômetros do rio, entre Mauá e Santo André.

 

13/09/2010 - ARTIGO
Jornal ABCD MAIOR Vem aí o Rodoanel Leste
  Por: Jair A Gusman Pedrosa*

 

Uma avaliação sobre a obra do Trecho Leste do Rodoanel

Vem aí uma grande obra na sua cozinha, digo, na sua cidade, na região do Alto Tietê. Você deve imaginar o que é fazer uma reforma residencial morando dentro. É o que vai acontecer por onde passar o Trecho Leste do Rodoanel.
A obra já será licitada e com previsão de início em fevereiro de 2011. Pelo edital dos trechos Sul e Leste, a empresa que ganhar a concessão (pedágio) do trecho Sul, com 61,4 quilômetros, fica obrigada a construir 42,4 quilômetros do trecho Leste em 36 meses. O projeto demandará investimentos totais de R$ 5 bilhões.
Muito se discute dos impactos e benefícios do Rodoanel. O Trecho Leste começa na interligação com o Trecho Sul, em Mauá e cruza com a vias Dutra e Ayrton Senna. O traçado percorre o território de sete municípios: Ribeirão Pires, Mauá, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá.
Entre as responsabilidades da empresa vencedora estão a declaração de utilidade pública dos bens e áreas necessários à implantação do sistema, além das desapropriações, servidões administrativas e indenizações. As habitações e os pequenos comércios serão os mais atingidos no Alto Tietê.
Os custos previstos para as desapropriações serão cerca de R$ 1,157 bilhão do total de R$ 5 bilhões que será investido pela iniciativa privada nos trechos Sul e Leste do Rodoanel. Deverão ser desapropriadas 1.071 edificações em 743 hectares, das quais 72% estão em área urbana.
Serão atravessados importantes corpos de água como o braço Rio Grande da Billings, de onde é captada água para abastecimento de várias cidades da Região Metropolitana, o rio Guaió, o rio Tietê e mais 14 outros corpos d’água.
Os canteiros de obras vão obrigar a alteração de rotas de ônibus em 24 vias nas cidades de Ribeirão Pires, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba e Arujá.
Com a entrada em operação dos 43,5 quilômetros do ramo Leste, é prevista uma piora no trânsito na SP-66, a rodovia Henrique Eroles, no trecho urbano de Suzano, além de problemas no trecho externo da Ayrton Senna e na estrada de Santa Isabel e Mandi.
No próximo dia 14, das 9h às 13h, a ADRAT (Agência Desenvolvimento Regional do Alto Tietê), irá promover o seu primeiro debate sobre os Impactos do Rodoanel no Alto Tietê. Será em Poá, espaço cultural Taiguara.
O objetivo deste debate é pontuar tecnicamente os benefícios desta grande obra e preparar melhor a sociedade civil local na vigilância de cumprimento por parte dos responsáveis, as famosas obras mitigadoras tão necessárias. Especialistas dão conta que o volume de tráfego das principais avenidas da região deverá se multiplicar por seis com a entrega da obra.
O Eia-Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) aprovado pelo Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente), estabelece uma série de compensações por onde passará o Rodoanel. É preciso que a sociedade civil, junto com os prefeitos da região, acompanhe os próximos capítulos desta empreitada.
Que venha o Rodoanel. Estamos abertos para o diálogo e que o bom senso prevaleça para o bem de todos.
 * Jair A Gusman Pedrosa é diretor Financeiro da ADRAT. Artigo originalmente publicado na revista Classicar – Suzano

Usina de lixo é gerida por catadores

 
santa cruz > Cooperativa assumiu administração quarta-feira. Iniciativa representa avanço para coleta seletiva
fotos: rodrigo/Ag. Assmann
usina opera com 26 trabalhadores, 11 apenas na reciclagem, o que deve aumentar volume de material reaproveitado
Roseane Bianca
rosebianca@gazetadosul.com.br
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O processo de implantação da coleta seletiva pode estar mais próximo de se tornar realidade no município. Desde quarta-feira, a Cooperativa dos Catadores de Santa Cruz do Sul (Coomcat) – antiga Associação Ecológica de Catadores de Materiais Recicláveis –, trabalha na administração da Usina Municipal de Reciclagem. Além da gestão, eles são responsáveis pela triagem, classificação e separação dos resíduos. A coleta e a destinação final continuam sendo realizadas pela Conesul – empresa que comandava toda a operação desde 1998.

O repasse da usina para os catadores era uma reivindicação antiga da categoria, e ganhou força nas discussões do Fórum de Ação pela Coleta Seletiva Solidária (Facs), criado em maio do ano passado. Em julho desse ano, a Câmara de Vereadores aprovou o projeto de lei que autoriza a transferência, aumentando a expectativa dos catadores por melhores condições de vida. Segundo o coordenador da Coomcat, Fagner Jandrey, a fundação da cooperativa viabilizará o acesso a direitos como auxílio-acidente, a capacitação por meio de convênios estaduais e nacionais, e a conquista da usina aumentará a oferta de emprego. “A ideia é ampliar cada vez mais, mas não só oferecer trabalho como também condições dignas às pessoas”, esclarece Jandrey.

Com a previsão de um futuro melhor, Luís Carlos Nunes ingressou no novo ambiente de trabalho com o pé direito. Há três anos atuando no grupo – antes no pavilhão situado no Bairro Faxinal –, ele acompanhou de perto a luta pela valorização da categoria e hoje participa do processo de reciclagem com mais satisfação. “Esse espaço representa uma conquista para nós, faz tempo que queremos trabalhar aqui”, conta.

MEIO AMBIENTE

No momento a usina conta com 26 operários. Desses, 11 atuam exclusivamente no setor de reciclagem, sete a mais em comparação à época em que o local era administrado pela empresa privada. “Isso sem dúvida aumentará o volume de material reciclado, beneficiando o meio ambiente”, afirma Jandrey. A usina recebe cerca de 90 toneladas de lixo por dia, sendo que apenas 8% dos resíduos eram reciclados. Conforme Jandrey, o índice de material separado pode chegar a 54%, mas para isso é necessário a implantação da coleta seletiva. “Colocar isso em prática também é um dos nossos objetivos, já que reciclagem e coleta seletiva não podem andar dissociadas”, adianta.

Outra meta é reformar a estrutura da usina, que já sofre com os sinais do tempo. “Vamos buscar recursos através de projetos para executar as obras e continuar defendendo a bandeira para a usina permanecer pública”, diz o coordenador. O secretário municipal do Meio Ambiente, Alberto Heck, aposta no sucesso do novo formato da usina e acredita que, como cooperativa, os catadores estarão bem organizados para gerir o local. “É uma forma de inclusão e de aumentar o volume do material reciclado, já que mais pessoas estarão empenhadas na triagem”, opina.

Lixo tecnológico

O projeto para recolher resíduos eletrônicos e pneus, previsto para entrar em funcionamento em agosto, ainda está em fase de implantação. Segundo Heck, o atraso se deve à formalização dos convênios com as empresas IZN Recicle, de Porto Alegre, e Reciclanip, de São Paulo. Com as parcerias oficialmente formadas, o local escolhido para funcionar como ponto de coleta – um pavilhão com cerca de 2,6 mil metros quadrados em um local ainda não divulgado pela Prefeitura –, poderá receber aparelhos eletrônicos como televisores, celulares, computadores, geladeiras entre outros dispositivos, além de pneus. O lixo tecnológico será recolhido mensalmente por uma transportadora contratada pela IZN Recicle, e os pneus serão coletados pela Reciclanip na medida em que se formar estoque de dois mil pneus de carros de passeio e 300 pneus de caminhões de carga.

Enquanto isso, os santa-cruzenses seguem com dificuldades para descartar esse tipo de lixo, considerado altamente prejudicial ao meio ambiente e à saúde pela sua composição de materiais como mercúrio, cádmio, berílio e chumbo. A solução ainda é procurar iniciativas isoladas, como campanhas promovidas pelos Amigos da Água, ou coletores ecológicos distribuídos pela empresa Ecolog Serviços Ambientais, que atende pelo telefone 3056 2395. O próprio Movimento Nacional dos Catadores recebe lixo tecnológico no pavilhão localizado na Rua Dona Carlota, 2075.

 
Fotos
fagner: mais emprego e melhores condições de vida
 
luís: conquista representa valorização dos catadores

Governador autoriza abertura de licitação do trecho leste do Rodoanel

Matéria publicada na edição: 8631
Data de:2010-07-16/07/2010

O governador Alberto Goldman (PSDB) autorizou ontem a abertura de licitação para a construção dos 42,38 quilômetros do trecho leste do Rodoanel Mário Covas. As obras devem ser iniciadas em um prazo máximo de três meses. O investimento chegará a
R$ 2,8 bilhões. A previsão é que os serviços sejam concluídos em 30 meses. A decisão foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado.
As obras atingem algumas cidades do Alto Tietê (Poá, Suzano, Itaquaquecetuba e Arujá) e serão feitas pela empresa que vencer a concessão. Além do trecho leste, a vencedora será responsável por administrar os 61,4 quilômetros do trecho sul. Inicialmente a licitação estava prevista para abril deste ano, porém problemas técnicos provocaram o atraso.
Na última segunda-feira, o governador disse ao Diário de Suzano que após a publicação, dentro de um prazo de 45 a 60 dias, as propostas das concessionárias seriam apresentadas. Ele afirmou que os recursos para o início das obras já estão separados.
DESAPROPRIAÇÕES Entre as responsabilidades da empresa vencedora estão: a declaração de utilidade pública dos bens e áreas necessários à implantação do sistema, além das desapropriações, servidões administrativas e indenizações. As habitações e os pequenos comércios serão os mais atingidos no Alto Tietê. Ao todo estão previstas 875 desapropriações entre áreas rurais, indústrias, casas e comércios. Itaquaquecetuba será a cidade mais afetada com 422 edificações. A estimativa é que sejam gastos cerca de R$ 600 milhões com as desapropriações.
ESTRUTURA O trecho leste terá 112 obras de arte especiais. São elas 14 pontes, 66 passagens inferiores, 18 passagens superiores, 10 passagens de veículos e quatro túneis. Estes são os pontos mais complicados da obra, assim como a intersecção com a Rodovia Henrique Eroles (SP-66), em Suzano. Os dados são do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima).
EMPREGOS Durante o período de obras estima-se que sejam gerados 9,6 mil novos postos de trabalho (2,4 mil diretos e 7,2 mil indiretos). Na fase de operação serão 1,5 mil (500 diretos e mil indiretos). Ao todo são 11,1 mil novos empregos diretos e indiretos.
AMBIENTE Para a implantação será necessária a supressão de 200 hectares de vegetação nativa, incluindo remanescentes florestais em diversos estágios de regeneração e vegetações de várzea e bosques.
ARVÓRES FICUS ELASTICA - QUE EMBELAZAVAM A AV. RIO BRANCO ( MAUÁ ) SÃO CORTADAS E AMBIENTALISTAS PEDEM JUSTIFICATIVA.
Ficus Elástica, Uma arvore, natural de Serra Leoa e Camarões, na África, uma imponente figueira Lira (Ficus lyrata)que fazia beleza, ao redor de uma área particular, na rua Rio Branco, nas dependências, do estacionamento da igreja Água Viva, é posta ao chão tirando toda a beleza, e a sombra que fazia para muitos dos pedestres que por ali passavam ao longo de muitos anos, e se encantavam pelo tamanho e beleza.
Ambientalistas, choram sem entender o motivo pela qual foi feita a autorização e pedem respostas, para os responsáveis que autorizou o corte que deu fim a vida delas, consideradas tesouros botânicos
“Claro que em alguma coisa os carros prejudicam. Mas o gás carbônico emitido por eles é nutriente para as plantas”, explica o professor Gregório Ceccantini, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). Em matéria para o G1 em 07/09/07
Referindo-se a arvores da mesma espécie em ruas e calçadas na capital de SP .
Clique Aqui
A AECOMACC, por via, de telefone, recebeu a informação da própria secretaria do meio ambiente, que fora a mesma que encaminhou a autorização, porém não sabemos para poda-las ou mata-las como foi  feito, Também estivemos na Igreja Água Viva para que nos fosse informado, quais as causas perícias, que por meio de laudos técnicos, colocava em risco as arvores para a população, e quais serão as compensação ambiental que a mesma fará por este triste fato, Porém até agora não recebemos informações, sobre o assunto e estaremos aguardando.
Estaremos atentos, e aguardando mais posição, para que os ambientalistas e munícipes, tenha maiores e melhores respostas sobre o caso.
Saiba mais sobre a Ficus elastica
   

 

MEIO AMBIENTE
02/07/2010
Mauá discute políticas voltadas ao meio ambiente
Natália Fernandes/ Réporte Diario
Marciel Peres
Em dois dias de debates foram discutidos diversos temas, entre elas a relação dos municípios com os rios que cortam as cidades
Os munícipes de Mauá tiveram a oportunidade de participar do 4º Simpósio - O Rio e a Cidade Sustentável: um Direito, promovido pela prefeitura de Mauá. O evento, além de ser uma oportunidade para discutir ações públicas voltadas ao meio ambiente, antecipa o seminário Mauá 2025, que deverá ter início em novembro e destacará as propostas em todas as áreas do município para os próximos 15 anos.

Em dois dias de debates - quarta e quinta-feira - foram discutidos diversos temas, entre eles a relação dos municípios com os rios que cortam as cidades, a utilização dos recursos naturais de forma sustentável, além das políticas públicas regionais, as relações de consumo e a relação da pobreza com o meio ambiente.

Conforme explica o prefeito de Mauá, Oswaldo Dias, o simpósio é o início de uma série de debates relacionados ao meio ambiente que ainda serão realizados no decorrer do ano na cidade, que possui 38,11 metros quadrados de área verde por habitante. "Esta é uma prévia do Mauá 2025, que deverá ocorrer de novembro até maio ou junho de 2011, e tem a função de levantar as demandas da população para o desenvolvimento da cidade em 15 anos".

A participação popular nestes eventos é, de acordo com o prefeito, fundamental para que não ocorra um "autoritarismo" no momento das decisões. "Quando eu faço o desafio: você quer uniformes nas escolas ou mais vagas para as crianças eu acabo tomando a decisão que acredito ser melhor - optar por mais vagas", revela.

Outro ponto destacado pelo prefeito é a necessidade de compreensão da sociedade quanto às possibilidades da prefeitura. "Não temos como executar os mesmos serviços do que Santo André, que tem o dobro da nossa receita, por exemplo", comenta. Segundo ele, entre as ações que estão ao alcance da prefeitura estão: vigilância quanto a destinação dos resíduos das empresas e limpeza dos rios.

Situação econômica prejudica
do prefeito mauaense esta relacionada a igualdade orçamentária entre as cidades. Para Oswaldo Dias, é necessário criar elementos de compensação para os municípios mais pobres, como é o caso de Mauá, para que tenham condições de firmar práticas voltadas ao meio ambiente. "Não adianta termos os mesmos direitos e deveres se não temos os mesmos recursos", critica o chefe do executivo.

O principal problema do município administrado por Dias desde o início do ano passado, todos sabem, é a questão financeira. Uma dívida de R$ 1,2 bilhões é a principal herança deixada pela antiga gestão ao atual prefeito, o que custa 12% da receita do município - seja por meio de parcelamento ou sequestro.

Em um exemplo, Dias afirma que se Mauá tivesse a mesma receita que outras cidades do ABC (São Caetano foi citada como exemplo de receita cinco vezes maior do que Mauá) não teria dificuldades em desapropriar as margens dos rios, trabalhar melhor a coleta seletiva e o reaproveitamento de materiais. O prefeito ainda revela uma frustração: o aterro sanitário do município é usado por outras cidades. "Não podemos ter um aterro porque não temos como pagar", completa.

Por fim, o prefeito traz para a realidade aqueles tidos como 'mais sonhadores' ao revelar que o aumento das áreas desmatadas na cidade é algo inevitável. "Como não temos dinheiro para comprar as áreas vegetais, não podemos ficar sonhando que o desmatamento vai acabar e temos que tentar proteger por lei estes espaços", revela Dias. Apesar do cenário negativo, o foco do chefe mauaense é "amenizar" os problemas, além de "preservar ao máximo".

Alfinetada>>> : Recado a Secretaria do Meio Ambiente ( Mauá-SP )

Somos uma associação ecológica sem fins lucrativos,www.aecomacc.org.br constituída na cidade a mais de 13 Anos e com várias atividades prestadas ao municipio, queremos aqui demonstrar nossa indiguinação, pois não pertencemos a partidos políticos, e é bom lembrar que este departamento tem falhado em prestar assistência, pelo menos com relação a nossa associação. Em primeiro lugar, enviamos atualização de endereço e dos membros da nova gestão na diretoria, junto a um oficio solicitando o uso interno da praça da paineira, para a realização do evento no dia Mundial do Meio Ambiente, o oficio não fora atendido nem mesmo com uma resposta negativa, embora realizado com sucesso, graças ao apoio de associados voluntários e comerciantes, Agora via imprensa ficamos a saber do Simpósio Mauá realiza simpósio sobre cuidado ambiental e sentimos muito de não ter sido comunicado ou convidado uma vez que deveríamos ser um dos parceiros diretos pelo trabalho de conscientização e nos preocupamos com o assunto. Acreditamos na competência desta secretaria, e vamos interpretar que deva estar havendo alguma falha interna mas que seremos nos próximos ofícios e eventos sermos lembrados.

Contaminação mata peixes do Parque Central (ABCD MAIOR ) 26/06/2010

Lago está ficando assoreado, devido ao acúmulo de lixo, e sem peixes, mas pescaria continua. Foto: Amanda Perobelli
Lago está ficando assoreado, devido ao acúmulo de lixo, e sem peixes, mas pescaria continua. Foto: Amanda Perobelli
 
Ong alerta para assoreamento e contaminação dos lagos, motivada por capina química, da área de lazer de Santo André
 
 
 
 

Os peixes do Parque Central, em Santo André, estão morrendo. A constatação é da Ong Amigos do Parque Central, que alerta que a contaminação das águas está provocando o problema.
O presidente da Ong, José Carlos Vieira, explicou que os peixes morreram logo após a capina química feita no entorno do parque e denunciada em reportagem do ABCD MAIOR em maio. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a capina química em áreas urbanas expõe a população a risco de intoxicação, além de contaminar a fauna e a flora.
Para a Prefeitura, a aplicação do produto não é proibida, apenas não recomendada. “O fato é que encontramos os peixes mortos logo após a aplicação do agrotóxico. São, em sua maioria, cascudos, animais bioindicadores de problemas de contaminação na água”, ressaltou Vieira.
A mortandade não parou por aí. Nesta semana, frequentadores do parque voltaram a encontrar peixes mortos nos lagos. “Pegamos mais cascudos, tilápias e até mesmo uma tartaruga. Recolhemos os bichos para analisar o que está causando as mortes”, disse o presidente da Ong.
O número de pescadores do parque diminuiu após a morte dos peixes, mas muitos continuam pescando. De acordo com Vieira, a prática traz riscos para a saúde pública, já que as águas são poluídas: “Além disso, muitas aves se enroscam nos anzóis. Um dos frequentadores registrou a morte de um frango d’água recentemente”.

Mais problemas
De forma geral, Vieira acredita que o parque foi abandonado pelo poder público. Até mesmo os canteiros de flores, que antes tinham um vivo colorido, estão sem manutenção.
A degradação ambiental do parque foi parar no MP (Ministério Público) da cidade. A situação dos lagos foi denunciada à Promotoria de Meio Ambiente de Santo André, de acordo com Vieira. A reportagem tentou entrar em contato com o promotor José Luiz Saicali, responsável pelo caso, mas foi informada de que ele está de licença.
A Prefeitura de Santo André foi procurada para esclarecer os problemas denunciados, mas não respondeu
Há cinco dias, o corpo técnico da Organização das Nações Unidas para a biodiversidade está reunido em Nairobi, Quênia, para tentar definir as bases das negociações que acontecerão no Japão, em outubro, durante a COP-10 – Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica. No encontro do final do ano, os países definirão um novo plano estratégico em relação ao tema.

O desafio não poderia ser maior. Já na abertura do evento, na última segunda-feira (10), o diretor do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner, deu o tom de como seriam os debates: “Fracassamos”, disse, em relação ao acordo firmado em 2002, que previa que em 2010 o mundo teria reduzido “substancialmente a perda” de espécies e seus habitats. A não foi cumprida por nenhuma das nações signatárias da Convenção.

Clique aqui para abaixar o relatório Panorama Global da Biodiversidade

A conclusão de Steiner se baseia nos resultados da terceira edição do relatório “Panorama Global da Biodiversidade”, do PNUMA, lançado na segunda e que mapeou a situação da fauna e flora em todo o mundo. O estudo confirmou que o índice de perda de biodiversidade atual é o maior de toda a história da humanidade. “O estudo chega à conclusão de que não alcançamos a meta, e mais, que as principais pressões causadoras da perda da diversidade biológica não são apenas constantes, mas que, além disso, em alguns casos, elas estão se intensificando”, diz o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na introdução do trabalho.

O Panorama mostra que, de forma geral, as espécies em risco de extinção correm cada vez mais perigo em todo o mundo. Os anfíbios são os mais ameaçados – 42% das espécies estão em declínio –, mas o estado dos corais também chama a atenção: são eles que estão se deteriorando mais rapidamente. Entre as espécies vegetais, o trabalho mostra que cerca de um quarto estão em perigo de extinção e, entre os vertebrados, que um terço já foi extinta e seguem decrescendo em nível mundial, particularmente nos trópicos. E esses são apenas alguns dos dados alarmantes que o estudo traz.

Destaques

Segundo Cláudio Maretti, superintendente de Conservação da WWF Brasil, alguns pontos do trabalho merecem destaque. Pela primeira vez, as várias regiões do globo que estão ameaçadas pelo “ponto de não retorno” – no qual a biodiversidade não poderá mais se recompor – foram mapeadas de forma sistemática (a Amazônia está entre elas). O outro destaque vai para a forma como o documento enfatiza importância de inserir a biodiversidade nos mecanismos econômicos, mostrando os caminhos a serem seguidos. Um deles seria a eliminação de subsídios negativos. “Como você acha que Belo Monte foi viabilizado?”, pergunta, referindo-se aos benefícios concedidos pelo governo às empresas responsáveis pela mega hidrelétrica.

O Brasil, aliás, é citado várias vezes no trabalho. O relatório aponta o Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) como um mecanismo eficiente de conservação da floresta e dá destaque para a redução das taxas de desmatamento alcançadas nos últimos anos. “Poucos países fizeram aportes consideráveis para a rede mundial de áreas protegidas: dos 700 mil km² protegidos desde 2003, quase três quartos correspondem ao Brasil”, diz o trabalho.

O relatório, no entanto, também lembra que as quedas no desmatamento estão relacionadas à crise econômica mundial e que o país possui outras áreas muito vulneráveis, como o Cerrado e a própria Amazônia. “O documento mostra o paradoxo entre o aumento dos esforços de conservação e, ainda assim, a continuidade da perda da biodiversidade”, diz Maretti.

Em 2006, o Brasil transformou o compromisso internacional de reduzir a perda de biodiversidade em metas concretas, como proteger em unidades de conservação, até 2010, 10% da área original de todos os biomas e 30% da área original da Amazônia, além de eliminar o desmatamento no pouco que resta de Mata Atlântica. Chegado o prazo acordado internacional e nacionalmente, o país continua com déficit de 21 milhões de hectares em unidades de conservação e não dá mostras de que novas áreas criadas.

Encontro de Nairobi

Logo no início do documento da ONU, Schim Steiner faz um apelo direto às nações que vão se encontrar em outubro, no Japão, para decidir o futuro da biodiversidade. “Em 2010, declarado Ano Internacional da Diversidade Biológica, necessitamos urgentemente de um novo pacto mais inteligente entre a humanidade e os sistemas que sustentam a Terra”. Mas, a julgar pelo encontro preparatório, que acontece agora em Nairobi, esse “pacto mais inteligente” dificilmente será travado.

Segundo o diretor da WWF, que está presente ao encontro, as discussões já avançaram bastante em alguns pontos, como a avaliação dos programas de áreas protegidas como medidas eficientes para conservação. Mas outros ainda representam polêmica, entre eles a proteção em alto mar – as discussões emperram quando se discute de quem é a responsabilidade pela conservação - e a questão climática. “Aí para tudo”, diz Maretti. “Alguns países, principalmente a China, estão aqui claramente para não deixarem aprovar nada. É uma espécie de guerra das vaidades mundiais. A sensação que dá é que, do jeito que vai, vai mal”, lamenta.

Para o ambientalista, as discussões indicam que as metas que devem sair na COP da Biodiversidade serão ainda menos ambiciosas do que as acordadas para 2010. O encontro preparatório se estende por mais duas semanas, mas o descontentamento já é grande . As organizações não-governamentais preparam para semana que vem uma declaração, em que vão criticar o processo de negociações. Defenderão que, se continuar do jeito que está, a manutenção da biodiversidade não estará assegurada para as futuras gerações.

Gráfico
Imagem abaixo mostra as espécies mais numerosas por classe (gráfico à esquerda) e aquelas com maior quantidade ameaçadas ( à direita)
Pra pensar e meditar, atitude ecológica
O leite do meu seio é magma, o leito, do meu sono, é água. Participo de um equilíbrio delicado, tenho nomes e meus nomes têm camadas, como a forma pela qual me entendem meus filhos. Se me arrebatam a roupa de cama, remexo, sinto frio, suo, tremo. Se me perfuram a carne em demasia escorre do meu ventre o que escorre dos seus, minha seiva, meu sangue, minha vida autor RenatoKress leia mais...

04/2010

CONSEMA DÁ "SINAL VERDE" AO TRECHO LESTE DO RODOANEL
Aprovada pelo Consema em sua 83ª Reunião Extraordinária mais uma etapa do Rodoanel Mário Covas – o  Trecho Leste. Maior empreendimento viário do país, nessa etapa seu traçado atravessará seis municípios – Arujá, Itaquaquecetuba, Mauá, Poá, Ribeirão Pires e Suzano –, percorrendo um total de 44,5 quilômetros, com quatro acessos. No total, o projeto original identifica 63 impactos potenciais e propõe, para compensá-los, a implementação de 99 medidas compensatórias e 26 programas ambientais. O Estudo de Impacto Ambiental trata com particular atenção da mitigação dos impactos locais da obra, propondo o plantio compensatório de 510 ha  na mesma região em que se dá a supressão da vegetação, a redução da interferência nas várzeas dos rios Tietê e Guaió e a manutenção da vegetação nativa que margeia a rodovia, preservada ao máximo no projeto. consema.sp@ambiente.sp.gov.br Telefone: (011) 3133.3622

 


06/2009

A AECOMACC - Associação Ecológica de Mauá e Cidades Circunvizinhas
participou com a presença do vice-presidente da entidade Lucio Antonio
Madureira no último dia 02/06/09 onde aconteceu no Teatro Municipal de
Mauá a audiência pública que discutiu o EIA/Rima do trecho Leste do
Rodoanel Mario Covas. Onde o representante da AECOMACC criticou o
traçado escolhido para passagem da via pela área dos mananciais numa
extensão de 48,5 kilometros (iniciando o trevo trecho Sul/ Jacu
Pêssego/Via Dutra à Passando por sete Municípios até Via Dutra) .
Num total desrespeito a natureza e o meio ambiente face a devastação
de uma grande área verde, e entupimento de rios, riachos, minas
d"águas, atingindo em cheio a fauna e pássaros de diversas espécies.
Veja o que diz o Jornal Repórter Diário do dia 5/6/09 dia
Mundial do Meio Ambiente) " ABC possui apenas 20,8% da Mata Atlântica
original".Com relação a água potável existente na região também é
crítica a previsão para os próximos 20 anos.
Mesmo assim, os interessados em transportes sobre rodas (pneus) não
tem a sensibilidade que estão prejudicando os seus descendentes
(filhos/netos/bisnetos) e o planeta como todo.
Há outras alternativas como por exemplo porque não usar o traçado
existente da Rodovia Índio Tibiriçá/Estrada do Sapopemba/Estrada dos
Fernandes e vai por ai afora, com certeza o impacto seria menor.
A entidade continuará o seu trabalho estará presente na próxima
audiência que ocorrerá dia 9/06/09 agora em Ribeirão Pires.Fazemos o
trabalho de um passarinho, mesmo que sozinho continua levar no bico
água para tentar apagar o incêndio, se houver colaboração quem sabe
conseguiremos.Mauá, 7/6/09

Baixe Aqui as Plantas do Roadoanel em (pdf)
(Obs. para baiixar ou visualizar é necessário o programa Adob, instalado em seu computador)

Planta 01 ( Trevo Dutra) - Planta 18 ( Início Trevo Leste ) Planta 17 (Rib Pires e Mauá 1)

Planta 16 ( Rib. Pires e Mauá 2 ) - Planta 15 ( Vital Brasil Mauá )

Planta 14 ( Mauá /Bairro Carneiro ) Planta 13 ( Mauá / Suzano )


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