Biografia: Dr. Lucio Antônio Madureira:
Biografia Lucio Antonio Madureira é natural de Cândido Mota/SP filho de lavradores  e mãe analfabeta, porém de pessoas trabalhadoras, honestas cidadãs que sempre lutaram  para criar os seus filhos, Madureira  é primogênito  de uma prole de 08 irmãos, embora de origem pobre mas sempre foram  comprometidos em educar seus filhos.
Entre 1965 e 1966 Madureira foi professor em escola rural indicado pela prefeitura municipal da cidade de Marialva/PR onde lecionou para varias turmas de 1º a 4º ano neste período. Posteriormente transferiu–s e  para a cidade de Maringá /PR para trabalhar no comércio.
Em Julho de 1966 acabou por conhecer uma filha de lavradores com quem acabou se casando, logo em seguida transferiu-se para Candido Mota/SP e posteriormente (Janeiro de 1967) para capital de São Paulo, onde trabalhou em varias áreas, (Construção Civil, Vendas, Metalúrgicas), mas fixou residência em definitivo em 06 de Novembro de 1967 em Mauá SP , que se encontra até hoje, embora ele jura que em 2012 transferirá em definitivo para sua cidade natal.
Trajetória do Madureira em Mauá:
Instalo-se em uma casa diminuta  em construção no bairro parque das Américas, que se quer tinha linha de ônibus regular , água encanada e luz elétrica, dos quais por dois anos usou lamparina para iluminar a residência, mesmo assim, lembra com saudade dos amigos que conquistou, entre eles um famoso fotografo Paulo Otávio, já falecido neste local nasceram um casal de filhos. Já que o primeiro nasceu  em 1967 em São Paulo. Embora trabalhando ainda em São Paulo 67/71, mas já freqüentando a noite  colégio Humberto de Campos 73/74/75  que acabou – se formando em técnico em contabilidade neste período já trabalhando na Casas Bahia como vendedor porta a porta em toda a região  da grande São Paulo. Como vendedor carismático, acabou por fazer uma grande amizade e passando por conhecer todos os bairros da cidade de Mauá.  Bairros estes com poucas ou quase nenhuma estrutura, mais com uma população de alma aberta de fácil amizade como se fosse uma grande família.
Em 1974 se instalou no centro da cidade com um pequeno escritório contábil onde atuou como contador até em meados 1988,  por volta de 1976/80  cursou a faculdade de direito em SBC/SP, período este que em 1976, acabou sendo convidado para disputar pelo MDB uma cadeira junto a câmara municipal de Mauá  no qual foi o 6º vereador entre 15 mais votado na época em uma legislatura de 6 anos de um bom trabalho de vereador em prol da cidade de dos munícipes. E após sua passagem pela câmara formado em direito passou a advogar, período este em que foi um dos fundadores da Associação de escritórios contábeis de Mauá, participou de varias associações de bairros ajudou no inicio da construção da igreja são Felipe Parque das Américas, ajudou implantar estatutos em varias associações esportivas e beneficentes e, por ultimo a AECOMACC Associação Ecológica fundada em 1997 no qual vem prestando diversas contribuições de seu aprendizado na área de meio ambiente a população em geral e especial a região do grande ABC.
Sua inspiração para os dotes literários veio em 2002, por acaso quando estava no interior do estado de São Paulo, a construir mais uma residência, afastado alguns meses de Mauá  e da família surgiu como uma fuga de noites mal dormidas e não mais parou.
Hoje tem escritas varias crônicas poesias letras de musicas, etc.., algumas já publicadas outras ainda na memória do autor.
Esse é Lucio Antonio Madureira, ou simplesmente Madureira como é conhecido e gosta de ser chamado não só na cidade, bem como, na região do ABC  
Foi procurador jurídico do município entre 93/97 e,  por ironia do destino, foi incumbido pelo então prefeito da época para resolver um dos maiores imbróglio jurídico (regularização do Bairro Parque das Américas) que arrastou por mais de trinta anos, coube ao Madureira resolver esta equação para a satisfação dos munícipes. Trabalho este que acabou lhe rendendo uma homenagem com uma  placa de prata pela OAB/Subseção Mauá e a Câmara municipal votou a uma moção de aplausos, para o Dr. Madureira  também pelo desfecho brilhante deste serviço prestado.

contatos: luciomadureira@ig.com.br
“ Esta é uma história de vida  verdadeira, acredite em você!“ 


Tomada de Território

Ao assistir na TV o hasteamento das bandeiras, do Brasil e do Estado
do Rio na comunidade da rocinha, território recém tomados então por
bandidos, fiquei a meditar.

Se era para orgulhar-me ou envergonhar-me
Optei pela segunda condição ou seja, envergonhar-me. Tomar o que, se o
território já é nosso, pois está dentro do nosso país “Brasil “.
Então perguntei, mas tomar de quem.
Dos bandidos e traficantes que reinavam e governavam naquele local,
responderam a mídia lá instalada e que cobria esse feito histórico.

Mas que feito histórico este, pra mim uma vergonha
Mais que uma vergonha, prova mais que cabal do descaso governamental,
um País Estado e Nação que sub-julga os cidadãos, cobram impostos e
taxas dos mais caros do planeta, aplicam mau os recursos públicos, não
cuida das pessoas, negando lhes segurança, o direito de ir e vir, puro
descaso e incompetência dos governantes

Pois, são tão ineficientes e relapsos que, uma simples retomada de um
pedaço de terras, é objeto de festa, uma pirotecnia apenas para
mostrar que são autoridades.

Não é mesmo uma vergonha, demonstrar força para
Mascarar a falta de vontade política que reinou por anos naquele local
e, em outros, que estão Brasil afora da mesma forma, por puro
desinteresse dos desgovernos
Reflita e tire as suas próprias conclusões
E viva a ´República do Brasil
Salve o 15 de Novembro

Mauá, 15 de Novembro de 2011

Lucio A Madureira

Crônica inspirada na retomada do território da comunidade da Rocinha
no Estado do Rio de Janeiro que era governado por bandidos e
traficantes sob o beneplácito das autoridades.


A Verdadeira história de Amor

Numa ilha bem distante, praticamente isolada do continente moravam
várias pessoas, e entre os moradores, também moravam o sentimento, a
alegria, a sabedoria, a vaidade, o amor, a riqueza
Num belo dia e inesperadamente, os moradores dessa ilha foram avisados
que a mesma seria inundada;
Todos ficaram apavorados, mas o amor, calmamente os conduziu para que
todos fossem salvos, ordenando a todos que fugissem imediatamente do
local, todos correram pegando seus pertences e imediatamente o seus
barquinhos para irem em algum lugar seguro em um morro bem alto,

Somente o amor não se apressou, pois, queria ficar um pouco mais com a
ilha, pois poderia ser a última vez que a contemplasse as suas belezas
e as querias para guardarem como saudade e recordação,
Mas a ilha inundou rapidamente, sem que, o amor desse conta do perigo
que corria. Já quase se afogando correu e pediu ajuda aos amigos que
estavam passando naquele momento
A riqueza lhe respondeu, “ não posso “, o meu barco está cheio de
ouro, pratas e diamantes e você não vai caber dentro dele,
A vaidade respondeu, infelizmente não posso, você vai sujar o meu
barco, igualmente a tristeza retrucou, estou tão triste que
simplesmente prefiro ir sozinha, logo adiante vinha chegando a
alegria que, de tanto alegria e contentamento que estava, sequer ouviu
o amor a gritar por socorro,

Diante de tanto desprezo e a falta de solidariedade dos amigos, o
amor começou desesperadamente a chorar. Eis que, finalmente surge um
velhinho navegando em sua embarcação e este lhe falou, “ sobe amor eu
te levo “ o amor radiante de felicidade nem se lembrou de perguntar o
nome daquele bom velhinho, mas sabia que era uma boa alma.

Checando ao alto do morro, onde todos estavam salvos, o sentimento
perguntou a sabedoria quem era aquele velhinho que trouxera o amor até
aquele local, o amor antecipou e respondeu, “ É o Tempo “, e a
sabedoria voltou a perguntar o tempo? Mas porque o tempo as trouxe até
aqui, o amor respondeu novamente “ Porque só o tempo é capaz de ajudar
a entender um grande e verdadeiro amor “

Essa é mais que uma lição de história do verdadeiro amor.

 

Mauá, 16 de Novembro de 2011-10-31

Lucio A Madureira

Crônica baseada numa fábula e história do verdadeiro amor.

Amigos não tenho tido mais coragem de escrever nada de tanta dor que
tenho sentido no nervo ciático, mas melhorei um pouquinho e arrisquei
umas palavras, vejam se gostam

CONSCIENTIZAÇÃO

A natureza agoniza...
Em várias partes do planeta terra !
Mas cadê a famosa conscientização ?
O que há na realidade é falação e falação...
Ação mesmo é pouca ou quase nada.
Investir nessa primícia,
É apenas marketing e nada mais
Quando muitos falam,
Na tal responsabilidade social...
Pura conversa mole, para boi dormirNuma pesquisa feita recentemente pela ONU
Os brasileiros aparecem preocupados com a natureza
Agora ação mesmo, é só olharem o resultado
Ruas e rios cheios de lixos de toda espécie
(Colchões, sofás, geladeiras, cachorros mortos, etc)
Aparecem diariamente na televisão e até cavalo
Cadê a tal conscientização da populaçãoA realidade tem que ser dita e sem meias verdades
Se o homem vive no máximo
Entre quatro e sete dias sem beber água
Depois disso, fatalmente morrerá desidratado
E não me parece preocupado com sua própria vida
Muito menos com o meio ambiente e a natureza
Que dirá com essa tal conscientização
E, é essa, a nossa dura realidade do dia a dia
E com certeza, a humanidade
Caminhará irremediavelmente para sua destruição
O restante é balela pura, descaso e ignorância humanaMauá, 25 de maio de 2010
Lucio Madureira- AmbientalistaCrônica inspirada na pesquisa da ONU realizada entre brasileiros
relativamente com a preocupação com o meio ambiente, a natureza e a
preservação da sua própria existência para meditação no dia 5 de
Junho dia Mundial dedicado ao Meio Ambiente.


INDIGNO

A natureza é bela
E dela podemos usufruir
Mas, quando agredimos ela
A resposta é fatal
Com chuvas, trovoadas e ventos
Vendavais, furacões ou tormentas
Vulcões, dilúvios e até terremotos
Assim ela responde
Aos agressores do meio ambiente
Ignorando suas engenhocas
Que acham que podem tudo
Mas na verdade
Não podem nada
São apenas uns imbecis
Que julgam acima de tudo
Ser quase imortais
Mas, na realidade
Não passam de uns pobres coitados
Ignorantes e atrevidos
Que nem imaginam
Que a natureza é bela
Mas, há regras para conviver com ela
É só respeitar a natureza
Não ultrapassando os limites
E verá que a natureza e a vida
Quando respeitada, é tão bela
Daí, são sábias as palavras
De quem não sabe preservar
É indigno de usufruir.

Lucio Madureira, 19/05/04
Um dos Fundadores Da AECOMACC- Associação Ecológica de Mauá e Cidades
Circunvizinhas
WWW.aecomacc.org.br- 4518.1244
Inspirado nas sábias palavras
“Quem não sabe preservar é indigno de usufruir”

Uma homenagem ao dia 5 de Junho dia do meio ambiente



Paixão Egoísta

A paixão é como fosse uma avalanche
Quando ela passa leva tudo que está na frente
Não importando sé é pobre ou rico
Branco, negro, amarelo ou qualquer coloração
Pode ser intelectual ou simples cidadão
É como fosse um tiro certeiro
Bem no meio do coração
A paixão é egoísta e não aceita divisão
Ela exige exclusividade
É amor cego e doentio
Não existindo remédio que a cure
Pois é, 24 horas de paixão incondicional
Não adianta os amigos falarem
Tentando colocá-lo novamente no rumo da razão
Nem terapia e nem a psicologia
Será capaz de demovê-lo daquela ilusão
Daí, sábias as palavras
Que a paixão escraviza
Ferindo mortalmente o amor e o coração
Por isso, não se deve confundir entre o amor e a paixão
Pois, amor é mais do que isso
É carinho, cumplicidade, respeito, tolerância
Muito mais que uma amizade
É como fosse uma alma gêmea entrelaçada
Nutrindo do puro mel
Do amor e da paixão.

Mauá, 06 de junho de 2011

Lucio Madureira

Crônica para o dia dos namorados, a diferença entre amor e a paixão,
enquanto amor é profundo e duradouro, a paixão é egoísta apenas
passageira e de momento


Palavra Indígina

Quando a última árvore for derrubada
Quando o último rio secar
Quando o último peixe for morto
Só assim o ser humano vai entender
Que o dinheiro compra quase tudo
Menos a vida
 E que o dinheiro não se come


Porque Complicação

Porque o se humano é assim
Complicado, arrogante e irônico
Se a simplicidade e a humildade
É a equação quase completa
Para torná-lo um ser feliz

Apegado a bens materiais
Que nunca poderá levá-lo
Preocupado com o que o vizinho pensa
Que futuramente sequer irá enxergá-lo
Despreza os pais, irmãos e amigos
Pois, serão eles que um dia
Poderão lhes dar as mãos
Nem que seja
Para levar na sua última morada

Então pergunta-se !
Porque tanto ingratidão
Se, somos todos filhos
Do único criador do universo
E deveríamos dividir
O amor, a paz, a amizade e o pão
Porque, porque, deixamos de ser feliz
Porque, porque toda essa complicação
Se precisamos de poucas coisas
Para sair dessa ilusão

Mauá, 12 de Fevereiro de 2010

Madureira


Inspirado na complicação do ser humano, se simplicidade e a humildade
é chave da felicidade


O amor Verdadeiro

O amor verdadeiro
Tem que ser por inteiro
Principalmente entre um casal que se amam
Não adianta um ter amor verdadeiro
Se o outro não é por inteiro

Às vezes até se amam
Mas, por ter medo de não ser amor verdadeiro
E não amar por inteiro
Fingem e fogem
Do amor verdadeiro

Não há regras para o amor
Mas, terá que fluí-lo espontaneamente
Senão, não será amor verdadeiro
E não será amor por inteiro
E não será amor verdadeiro
Por não ter sido amor por inteiro
E assim não será amor verdadeiro

Mauá, 30 de Maio de 2009

Madureira
Inspirado no Amor verdadeiro


É LOBO E NÂO LOBBY

Vamos sorrir para não chorar
Mas o chefe falou na tv
Que ela e mesmo durona
Mas, não é essa pessoa
Que a mídia rotulou
E não dá para ficar
Sorrindo o tempo todo
Esse negócio de ficar
Arreganhando os dentes o tempo inteiro
È coisa de desocupado
Mas é lobo e não lobby
Então, não devemos brincar com lobos
Pois, tem garras afiadas
Dentes fortes e arreganhados
E sua personalidade é muita agussada

Aliás, a do ser humano
Além de ágil
Pode ser do bem ou do mal
E estar adormecida ou imbernando
Como as dos ursos
Mas, é só contrariá-la
Que ela aflorará a flor da pele
E as suas consequências
São imprevisíveis
Principalmente quando
Num passado recente
Demostrou ser adpta do mal

E aí, não adianta cantar aquela musiquinha
Prá não falarque não falei das flores
E que, é apenas dia primeiro de abril
O dia da mentira
Pra não dizer o dia do mentiroso

Cândido Mota, 1 de Abril de 2010

Madureira

Inspirado sobre a personalidade do ser humano.


Tiro no Pé

Viu no que dá
Quando se faz política ideológica
Em vez de fazer política
Voltada para o desenvolvimento
Do país e da nossa população
Mas sabe porque isto acontece
Porque, estão apenas
Pensando no poder pelo poder
E dele tirar vantagens
Para um grupo político
Embora falem em nome de todos

A poucos dias atrás
Reuniram em Brasília
Os Presidentes, do Brasil, Russia, India,
China e da Africa do Sul
A famosa Brics
Formando um novo bloco comercial
Entre os povos e países emergentes momentaneamente
Atitude louvável perante as grandes pontencias
Economicamente dominante no mundo
Depois de conversas e entendimentos
Ficou descidido que o pontencial de cada um
Para fins de exportação
Deveria ser apresentado
Por todos os participantes

É claro o Brasil também apresentou a seu
O seu ponto forte, ou seja a lista de produtos
Produzidos no país que seriamos embatíveis
Tanto de preço, bem como, de qualidade
Pensaram em aviões, petróleo, veículos, papel celulose, ou outros
produtos manufaturados
Que nada, pásmem, curiosamente
Todos produtos do agronegócio
Soja, farinha ou farelo de soja
Milho, açucar,alcool etanol
Carnes das mais variadas
Como de gado, de porco, aves(frangos e galinhas)
E outros produtos em menor escala
Mas como, da agricultura e da agropecuária
Aqueles que os produtores são considerados
Pelo governo Federal e alguns Estados da Federação, como bandidos,
destruidores, elite rural
Pelos desocupados e preguiçosos do MST, malandros vis, que fazem
política disfarçadamente
Chamados de movimentos sociais como os latifundiários improdutivos,
desmatadores, etc, etc
Praticamente perseguidos pelos partidos de esquerda, ongs estrangeiras
numa ingerência a soberania brasileira, já que, em seus países de
origens cortaram e devastaram todas as suas matas
Os ambientalistas até com razão cobram medidas
Protetoras da natureza, mas por amor a vida no planeta quer do ser
humano, quer dos animais, aves, flora, àgua, riqueza naturais, a
biodiversidade, etc
Enfim, buscam o equilibrio sustentado na terra
Justamente acabam trobando com quem usa a terra e seus recursos
naturais para produzir alimentos
Mas, há exageros e interesses escusos e também abusos que, com
responsabilidade há compatibilidade e espaços para todos no universo.

Esses que falam em reforma agrária
Agora colados aos pequenos agricultores
Como agricultura familiar
Tentando disfarçar e legalizar as suas ações e atitudes praticamente criminosas
E tem o apoio governamental
Não que os verdadeiros produtores rurais
Não mereçam a ajuda, muito pelo crontrário
Tem que serem ajudadados de todas as formas
Possiveis e legais, com orientações técnicas,
Finanaciamentos, armazenagens, logística
Enfim dar dignidade ao homem do campo
E ensinar a trabalhar a terra sem destruí-la

Agora, prejudicar o agronegócio
Por interesse ideológico
E utilizá- lo agora, como linha de frente
De produtos de exportação
Carro chefe desse bloco comercial
No mínimo é como fosse um tiro no proprio pé
Ou acham que nós brasileiros ou pelos menos
Parte deles que não temos memória
Assim propalados por historiadores e psicólogos
Uns verdadeiros idiotas
Mas com certeza, isso não irá acontecer
Póis, podemos ser desligados e malemolentes
Mais idiotas e otários todos não

E o tempo dirá quem tem razão
Se são esses ideoligistas de plantão
E que, a maioria dos brasileiros
Que são mais de 2/3, mais ou menos 130 milhões
De brasileiros bem intencionados
Despolitizados na verdade os sãos
Mas, tem amor e afinadade com a nossa nação
E não esses 1/3 de pessoas por volta de 60 milhões
De falsos brasileiros, que só pensam no poder
E que pensam e acham que melhor seria
O regime de um punhado de Caribenhos
È o melhor governo e que todos são iguais
Que na prática iguais por apenas alguns
Os demais vivem na amargura de falta
De liberdade até de pensamento
Palavra essa mágica que sem ela o homem na existe

Então preferímos, até uma democracia capenga
Onde temos um pouco de felicidade
O nosso futebol é de primeira
È o orgulho da nação
Pois lá, nem futebol ou democracia capenga tem
Salve o nosso Brasil
Salve a nossa Seleção
È isso que queremos para os nossos filhos e netos
Precisa responder
Acho que não

Itanhaém, 16 de Maio de 2010

Advogado e Ambientalista - Coerente  e politizado


Crônica inspirada nessa falsa politíca aplicada pelo atual Governo que
momentaneamente ocupa o Poder Central na Capital em Brasília nestes
últimos 8 anos, mas a história se encarregará no futuro de dizer quem
tem razão se são esses pseudos brasileiros ou a maioria absoluta do
povo dessa nação.


BEGÊ

Ao assistir um programa de TV
Pude voltar no tempo
Quando ainda, era garoto no interior
E pude recordar com satisfação
Com aperto no coração
A lembrança do trenzinho begê
Que fazia regularmente
Uma viagem interligando

Várias Cidadezinhas
De Assis a Presidente Prudente
De Ourinhos a Assis
E vice e versa

Tinha ainda diariamente
Ligando o interior a Capital de São Paulo
O ouro verde de 2ª classe
O ouro branco de 1ª classe
Também conhecido como trem de luxo
E por último edição
O trem mais chique do interior
Com ar condicionado
Janelas lacradas e cortinadas
Restaurantes de pratos feitos ou alacarte
Sandubas, refrigerantes e cervejas
E o famoso café com leite
Acompanhado de pãozinhos
Ovo frito e bolachas

O garçon todo sorridente
Oferecendo os seus pratos
Com a bandeja na mão tentando equilibrar-se
Aí que saudade que dá
Minha mente parece que quer voar
Só de reelembrar do super luxo
Assim era conhecido o velho trem
Que rasgava as campinas verdejantes

Levando os viajantes rumo ao interiorzão
Ou no sentido capital
Há negócios, a lazer ou por pura satisfação
E revendo nessa reportagem
O único trem de passageiros a funcionar
Ligando Belo Horizonte a Vitória
Pude ver, como o progresso
As vezes nos traz grande desilusão
Daí, o inevitável aperto no coração
Resolví escrever essas poucas linhas
Para que possa continuar respirando
Mesmo com dor no coração
E só é feliz da vida
Quem vive de recordação.

Mauá, 5/01/05

Inspirado na reportagem que mostrou o único trem de passageiros em
funcionamento no Brasil ligando Belo Horizonte MG a Vitória ES., no
qual pude transportar para a antiga estrada de Ferro Sorocabana que
fazia regularmente o transporte de passageiros passando pela minha
Cidade natal(Cândido Mota) e região denominada de sorocabana